Siena Seguros - Faz mais por você.
 

Aposentadoria: cinco verdades que todos devem saber.

 

Na hora de tirar suas férias, você é daqueles que deixa tudo para a última hora e acaba gastando mais, ou indo para um lugar que não era a sua primeira opção? Como a maioria das pessoas, você até entende as vantagens do planejamento, mas simplesmente não consegue se organizar para isso?
Diante desta realidade, é de se esperar que você dedique pouco, ou nenhum tempo, ao planejamento da sua aposentadoria. Afinal, como se motivar para planejar algo que ainda está distante? Mesmo que você ainda pense assim, peço cinco minutos do seu tempo para tentar conscientizá-lo sobre a importância do assunto.
É isso que vai durar a leitura deste artigo, onde são destacadas cinco verdades sobre por que é importante planejar o seu futuro. Lembrando sempre que, antes do que você imagina, ele irá se transformar em seu presente!

Diferente dos seus pais

Para quem tem pais aposentados, pode parecer que garantir uma aposentadoria tranqüila não seja uma tarefa tão difícil assim. Basta ver que, no Brasil, muitas famílias são sustentadas por pessoas aposentadas, sobretudo, na parcela da população mais carente.
Mesmo entre as famílias de classe média, não são raros os casos de avós que arcam com os custos da educação e saúde dos netos. Mas isso não pode ser usado como referência, pois muito mudou desde então...
Em primeiro lugar, você provavelmente irá viver por mais tempo do que seus pais, o que exige que acumule um patrimônio maior. Não bastasse isso, o seu padrão de vida provavelmente será menos "frugal" do que o dos seus pais. Em outras palavras, é provável que você gaste mais do que eles, durante a sua aposentadoria. Assim, se conseguiram viver com 70% da sua renda antes da aposentadoria, é possível que você tenha um padrão de gastos maior, o que certamente influencia na necessidade de acumulação.

Acumular ficou mais difícil

Existem várias razões que explicam o porquê da maior dificuldade de se poupar na sociedade atual. Além dos incessantes apelos de consumo a que somos expostos, a cada dia nos vemos forçados a "ter" algo que até pouco tempo sequer existia. Este é o caso, por exemplo, do aparelho celular, pouco conhecido há uma década, e que agora precisa ser trocado todos os anos.
A maior propensão ao consumo, contudo, não é o maior problema que enfrentamos. O maior desafio hoje é manter a "empregabilidade" em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Diante do maior desemprego, você está mais sujeito a perder o emprego em algum momento da sua carreira do que os seus pais, algum dia, estiveram. E tudo isso ocorre, apesar do fato de você ter uma vida muito mais corrida, ser fluente em inglês e saber lidar bem com os avanços tecnológicos!
Além disso, as estatísticas indicam que, mesmo entre os profissionais mais qualificados, não só a recolocação também é difícil, como muitas vezes acontece sob termos menos favoráveis. Na prática, isso se traduz em uma combinação bastante ruim: maior propensão ao consumo e menos renda disponível! Diante deste quadro, não fica difícil entender o porquê é mais difícil acumular hoje em dia.

Os três pilares já foram mais firmes...

A maioria de nós já ouviu falar do conceito dos três pilares da previdência. Segundo ele, a renda de um aposentado é garantida por três pilares: Previdência Social, a Previdência Complementar Fechada e a Previdência Aberta/Poupança.
Não há como negar que ao menos um destes pilares não está tão sólido quanto antes. E, aqui estamos falando da Previdência Social. Diante do maior envelhecimento da população e alongamento da expectativa de vida das pessoas, quase todos os países estão sendo forçados a rever seus sistemas previdenciários. Para você, isso deve se traduzir no pagamento de benefícios proporcionalmente menores aos que eram recebidos pelas pessoas que se aposentaram há algum tempo.
Além disso, nem todos nós temos acesso ao chamado segundo pilar, ou seja, aquele que é representado pelas contribuições que efetuamos para os planos de previdência oferecidos pelas nossas empresas. Afinal, as micro e pequenas empresas ainda são grandes empregadoras no Brasil, respondendo por 60% da força de trabalho, mas ainda são muito poucas as que conseguem oferecer este tipo de benefício aos seus funcionários.
Finalmente, não é fácil construir o terceiro pilar, composto da previdência privada individual, ou outros investimentos que você possa ter. Pior ainda, as estatísticas indicam que ao menos 40% da renda de aposentadoria das pessoas é composta por este pilar. Este é, na verdade, o grande dilema da vida moderna. Nosso futuro depende cada vez do que acumulamos individualmente ao longo da vida, mas temos mais dificuldade em poupar!

Tempo faz toda a diferença

Tudo aquilo que você poupa hoje poderá garantir o seu consumo amanhã. Mas, quando os juros são elevados, como é o caso no Brasil, esta diferença é ainda maior! Todos nós já ouvimos falar do poder multiplicador dos juros e da importância de se investir o quanto antes, pois aí os juros "trabalham" mais pelo seu dinheiro.
Basta ver que uma pessoa que aplica todos os meses R$ 500, em um investimento cujo retorno é de 6% ao ano acima da inflação, terá, ao final de 40 anos, R$ 953 mil. Esta quantia cai para pouco menos da metade, ou R$ 487,3 mil, caso o prazo de investimento seja de 30 anos. A situação é ainda pior se o prazo for de 20 anos (R$ 226,7 mil) ou de 10 anos (R$ 81,6 mil).
Obviamente, a sua reserva ao se aposentar vai depender não apenas do prazo, ainda que esta seja uma variável importante, mas também do retorno do investimento e da quantia investida. Daí a importância de se planejar e estabelecer uma estratégia que permita, ao longo da vida, que você obtenha um retorno atrativo para suas aplicações, assim como eleve sua poupança mensal.

Corra alguns riscos e planeje os impostos

Neste sentido, outro fator importante do seu planejamento está associado à sua estratégia ao investir. Lembre-se que a intenção é começar o quanto antes. Portanto, isso abre espaço para que corra algum tipo de risco, e é importante que a sua estratégia de investimento reflita isso.
Por mais que a renda fixa esteja oferecendo retornos atrativos, é importante diversificar, alocando ao menos parte dos seus recursos para a renda variável. Dependendo do seu apetite por risco, do quanto já acumulou e do quanto falta para você se aposentar, a parcela investida em ações pode ser maior ou menor. O recomendável é que não supere os 30% e caia para no máximo 10% à medida que sua aposentadoria se aproxima.
Mas, estratégia também exige planejamento fiscal. E, isso pode fazer a diferença em termos de retorno dos investimentos. Segregar suas aplicações de acordo com prazo, direcionando recursos dos quais não precisa para investimentos de longo prazo, cujas alíquotas são menores, é o mais recomendável. Além disso, aplicar parte das suas economias na previdência privada pode ser uma forma atrativa de adiar o recolhimento de imposto para quando você se aposentar, isso sem falar na possibilidade, no caso dos PGBLs, de se abater parte da mordida do leão.
Nos últimos anos, temos visto um forte aumento da carga tributária, reflexo, principalmente, do alto endividamento público. Enquanto a situação fiscal do País não for resolvida, esta tendência deve se manter, de forma que é importante que você dedique algum tempo ao planejamento fiscal.

Quero entrar em contato com a Siena | <<Voltar

Siena Corretora de Seguros - Av. São João, 313 - Edifício das Seguradoras - 13º andar - CEP 01035-000 - Centro - São Paulo/SP
Fone: (11) 3437-8556 - Fax: (11) 3437-8577 - SAC 0800 771 1231 siena@sienaseguros.com.br
Veja os endereços e telefones de nossas filiais na página "Contato"